Talvez isso não seja para você.
Este não é o mundo que te mostram.


Não são objetos, são sinais discretos. Só faz sentido para quem entende o código, não para quem só enxerga a superfície. Cada peça existe em quantidade limitada porque não é sobre consumo, é sobre identificação. Quem tem, não mostra. Reconhece. E quem também entende, percebe sem ninguém precisar explicar.
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Uma camiseta não muda ninguém, mas revela quem já mudou. A maioria veste o que mandam vestir tendência, cor do momento, aprovação social.
É a lógica da simulação: todo mundo igual, todo mundo encaixado, repetindo um código que não escreveu. Aqui não.
Cada peça existe como lembrete do que acontece por trás da superfície. Não é roupa para te inserir, é para te separar.
Quem ainda precisa de confirmação vai enxergar só uma estampa, mas quem já percebe as falhas do sistema entende que é um sinal discreto, uma marca silenciosa, uma afirmação invisível. No fim, não é sobre vestir algo, é sobre assumir que você não está mais seguindo o script.



















